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Luís Pavão

Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa 

Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa

Luís Pavão

4 de julho a 31 de julho de 2026
Galeria de Exposições do Espaço Turismo
Caldas da Rainha

Integrada na programação oficial do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e nas comemorações dos 200 Anos da Fotografia, uma exposição Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa, de Luís Pavão, apresenta um olhar singular sobre a relação entre a cidade e a natureza, revelando uma Lisboa onde as árvores assumem um papel central na construção da paisagem e da memória urbana.

Desenvolvido ao longo de vários anos, o projeto resulta da observação atenta do património arbóreo lisboeta e da sua presença nos espaços públicos da cidade. Fotografadas maioritariamente em preto e branco e recorrendo a processos fotográficos tradicionais, como imagens conduzem o visitante por ruas, jardins, praças e alamedas transformadas pela imponência, escala e vitalidade das árvores que os habitam.

Mais do que elementos decorativos, as árvores surgem como protagonistas da vida urbana, criam espaços de encontro, abrigo e contemplação, enquanto contribuem para a identidade ambiental e cultural de Lisboa. Através de uma abordagem simultaneamente documental e poética, Luís Pavão convida-nos a redescobrir uma cidade frequentemente observada, mas raramente vista sob esta perspetiva.

Reconhecido pelo seu trabalho pioneiro na preservação e conservação do património fotográfico português, Luís Pavão apresenta uma obra que cruza fotografia, memória e território, propondo uma reflexão sobre a importância da natureza na qualidade de vida das cidades contemporâneas.

Esta exposição integra o programa curatorial do F/262 dedicado às relações entre património, memória, território e sustentabilidade, celebrando o poder da fotografia para revelar novas formas de olhar o espaço que habitamos.

Inauguração

4 de julho de 2026, às 18h00

Local

Galeria de Exposições do Espaço Turismo
Rua Provedor Frei Jorge de São Paulo 1A
2500-245 Caldas da Rainha

Dados

4 de julho a 31 de julho de 2026

Horário

Segunda a sexta-feira
09h00 às 13h00 | 14h00 às 17h00

Entrada livre

Exposição apresentada em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e o Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico.

Luís Pavão — Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa
DESCRIÇÃO DA ÁUDIO – POSTER DE EXPOSIÇÃO PT

Audiodescrição do cartaz da exposição “Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa”

Cartaz de formato vertical, com um design minimalista sobre um fundo cinzento claro.

No canto superior esquerdo encontra-se o logótipo circular preto do F/262 – Festival Internacional de Fotografia, acompanhado do nome do festival em letras pretas. Ao centro surge o selo Rótulo EFFE 2026-2027, que distingue o festival como um dos festivais de artes de referência na Europa. No canto superior direito lê-se, em destaque, “Comemoração 200 Anos da Fotografia”.

O nome do fotógrafo, Luís Pavão, aparece em grandes letras pretas na parte superior direita.

O elemento central do cartaz é uma fotografia a preto e branco. A imagem mostra uma imponente árvore-dracena, de vários troncos espessos que sustentam uma copa ampla e densa, formada por folhas longas e arqueadas. A árvore ocupa grande parte da composição e domina um jardim urbano. Debaixo da sua sombra encontram-se bancos de jardim com algumas pessoas sentadas e um candeeiro clássico de iluminação pública. A fotografia transmite uma sensação de tranquilidade, frescura e contemplação, revelando a importância das árvores na paisagem urbana de Lisboa.

Na margem esquerda do cartaz, em letras pretas de grande dimensão dispostas na vertical, lê-se o título da exposição:
«Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa».

Na parte inferior encontram-se como informações da exposição:

Dados: 4 a 31 de julho de 2026.

Local: Galeria de Exposições, Piso 1, Espaço Turismo, Caldas da Rainha.

Inauguração: 4 de julho de 2026, às 18h00.

Horário: Segunda a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

Entrada livre.

Ao longo da margem inferior surgem os logótipos da entidade organizadara e dos parceiros institucionais, entre os quais a Câmara Municipal de Lisboa, o Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico, o Jornal das Caldas, a Caldas Revista e a Vila das Rainhas.

O conjunto apresenta uma identidade gráfica sóbria e contemporânea, utilizando apenas preto, branco e tons de cinzento, valorizando a fotografia como elemento central e reforçando o caráter documental e artístico da exposição.

 
 
 
DESCRIÇÃO DO ÁUDIO – ENG DO POSTER DE EXPOSIÇÃO

Descrição do áudio: Cartaz de exposição “Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa”

Um cartaz de exposição concebido verticalmente com um layout limpo e minimalista sobre um fundo cinzento claro.

No canto superior esquerdo encontra-se o logótipo circular preto do F/262 Festival Internacional de Fotografia, seguida do nome do festival em negrito preto. No centro aparece o Rótulo EFFE 2026-2027 logótipo, que reconhece o festival como um dos festivais de artes notáveis da Europa. No canto superior direito, o texto em preto grande diz: «200 Anos de Celebração da Fotografia.»

O nome do artista, Luís Pavão, aparece proeminentemente no canto superior direito em letras maiúsculas pretas a negrito.

A característica central do cartaz é uma grande fotografia a preto e branco. Representa uma impressionante árvore-dragão com múltiplos troncos espessos que suportam um dossel denso de folhas longas e dramáticas. A árvore domina a composição, criando um abrigo natural sobre um parque público. Sob seus ramos estão pessoas sentadas em bancos, enquanto um candeeiro de rua clássico está ao lado da árvore. A cena evoca calma, sombra e contemplação numa paisagem urbana.

Na vertical, ao longo do lado esquerdo do cartaz, em letras grandes e a negrito, encontra-se o título da exposição:
“Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa”
(«Na Sombra Fria das Árvores de Lisboa»).

Na parte inferior, as informações práticas são apresentadas a negrito tipográfico:

Datas da exposição: De 4 de julho a 31 de julho de 2026

Local: Galeria de Exposições, Piso 1, Espaço Turismo, Caldas da Rainha, Portugal.

Abertura: 4 de julho de 2026, às 18h00m

Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 9:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00.

A entrada é gratuita.

Na parte inferior encontram-se os logótipos da instituição organizadora, parceiros de apoio, a Câmara Municipal de Lisboa, o Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, o Jornal das Caldas, a Caldas Revista e a Vila das Rainhas.

O design gráfico geral é moderno e contido, usando tipografia preta, espaço branco generoso e uma única fotografia monocromática para enfatizar o caráter artístico e documental da exposição.


 

Luís Pavão

Nascido em Lisboa, em 1954, Luís Pavão é um dos mais reconhecidos fotógrafos e especialistas portugueses na conservação e preservação do património fotográfico. A sua carreira distingue-se pela conjugação entre a prática fotográfica, a investigação histórica e o trabalho de conservação de coleções, tornando-se uma referência incontornável na fotografia portuguesa.

Iniciou a sua atividade como fotógrafo profissional em 1979, dedicando-se à fotografia documental, de arquitetura e retrato. Nos primeiros anos da sua carreira publicou obras marcantes como Tabernas de Lisboa e Fotografias de Lisboa à Noite, que revelam um olhar atento sobre a cidade e a sua identidade.

Entre 1986 e 1989 especializou-se em Conservação de Fotografia, em Rochester, nos Estados Unidos, onde concluiu o mestrado no Instituto de Tecnologia de Rochester. Desde então, tem desempenhado um papel fundamental na preservação do património fotográfico português, tendão conservador das coleções de fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa entre 1991 e 2024.

Paralelamente, desenvolve um extenso trabalho de levantamento fotográfico sobre Lisboa, do qual resultaram diversas exposições e publicações dedicadas à cidade, ao seu património e à sua memória visual. A sua prática artística estende-se também aos processos fotográficos históricos e alternativos, trabalhando com técnicas como a prata, a goma bicromatada, a platina, os sais de ferro, o colódio húmido e o daguerreótipo.

Ao longo da sua carreira conciliou a criação artística com a atividade académica, lecionando tecnologia fotográfica, históricos processos e conservação da fotografia em instituições como o AR.CO, o Instituto Politécnico de Tomar e diversas universidades e centros de formação em Portugal e Espanha.

É fundador e diretor da LUPA – Luís Pavão Limitada, empresa especializada na conservação, restauro e digitalização de coleções fotográficas, responsável por projetos para importantes instituições públicas e privadas da Península Ibérica.

Autor de diversas publicações de referência sobre fotografia e conservação, Luís Pavão continua a desenvolver um trabalho que cruza criação, investigação e preservação, contribuindo de forma decisiva para a valorização da fotografia enquanto património cultural e histórico. O seu percurso faz dele uma das figuras mais influentes da fotografia portuguesa contemporânea.