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Claudio Napolitano

INICIATIVA SEQUAL EXPOSIÇÃO 

EMBER

It is not the visible flame, but the remaining ember that keeps burning when the fire seems to have gone out.

These portraits do not speak of poverty, but of presence: of those who live their lives with dignity, without denying their truth.

In every face there is a glowing ember, a warmth that does not seek to be seen, but that sustains.

EMBER is the metaphor for what stays alive amid stillness: contained beauty, silent strength, humanity that does not extinguish.

Text by Bets Basañez

Cuba

Cast & Crew

Fotografia: Claudio Napolitano
Produced by: Betsabé Basañez
Painter: Fernando Porras
Gallery Rep: Alexandra Snyder

Localização:  Foz do Arelho
Datas: 27 de junho a 20 de setembro de 2026
Fotografia: Claudio Napolitano 
Curador: João Carlos
Programa: 200 Anos de Celebrações de Fotografia | F/262 Festival Internacional de Fotografia

🎧 Audio Description

Listen to an audio description of the exhibition poster for Ami Vitale, apresentada no âmbito do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e das celebrações internacionais que assinalam 200 anos de fotografia.

🎧 Audiodescrição

Ouça uma audiodescrição do cartaz da exposição Ami Vitale, apresentada no âmbito do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e das comemorações internacionais dos 200 anos da fotografia.

Áudio Descrição ENG

Descrição áudio – Cartaz de exposição
inglês

A imagem mostra o cartaz da exposição Esquecido no passado do fotógrafo eslovaco Martin Krystýnek, apresentado no âmbito do Festival Internacional de Fotografia F/262 e das celebrações internacionais que marcam 200 anos de fotografia.

O cartaz utiliza um fundo cinzento claro com tipografia preta a negrito. Na parte superior aparecem os logotipos do F/262 Festival e a identidade visual oficial das celebrações do bicentenário da fotografia.

À esquerda, o título da exposição, Esquecido no passado, é exibido em grandes letras pretas que ocupam grande parte da parte superior do cartaz. À direita, figura o nome do fotógrafo, Martin Krystýnek.

No centro está uma fotografia a preto e branco que retrata um assentamento ao ar livre marcado por lama, água parada e detritos espalhados. Em primeiro plano, ligeiramente à direita do centro, encontra-se uma criança descalça com cabelo encaracolado, vestindo uma camisola escura de grandes dimensões. A criança enfrenta a câmara diretamente com uma expressão grave e vulnerável.

O solo que rodeia a criança é molhado e irregular, coberto de lama, poças e objetos descartados. Reflexos na água criam destaques contrastantes em toda a superfície.

No fundo, uma segunda criança pode ser vista de pé perto de um grupo de estruturas improvisadas feitas de madeira, chapas metálicas e blocos de concreto. Vigas de madeira e construções ásperas ocupam grande parte do lado direito da imagem, enquanto habitações simples se estendem ao longo do fundo. Além deles, as árvores e a vegetação emergem através de uma atmosfera nublada e nublada.

A fotografia é composta a partir de uma perspectiva direta, ao nível dos olhos. A criança em primeiro plano torna-se o ponto focal emocional da imagem, estabelecendo uma ligação visual imediata com o espectador. A ausência de cor reforça o carácter documental da fotografia e acentua o contraste entre a presença humana e o ambiente envolvente.

Na parte inferior do cartaz encontram-se os detalhes da exposição, incluindo as datas de apresentação, de 27 de junho a 22 de setembro de 2026. O cartaz destaca ainda a parceria com a Iniciativa SEAQUAL e o crédito curatorial a João Carlos. Na parte inferior, figuram os logótipos das instituições de apoio e dos parceiros do festival.

A composição geral transmite uma sensação de vulnerabilidade, resiliência e dignidade humana. O cartaz introduz temas como a memória, a exclusão social, a desigualdade e as condições de vida, refletindo a abordagem documental humanista que caracteriza o trabalho fotográfico de Martin Krystýnek.

Audiodescrição PT

Audiodescrição – Cartaz da Exposição
Português

A imagem apresenta o cartaz da exposição Esquecido no passado, do fotógrafo eslovaco Martin Krystýnek, integrada na programação do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e nas comemorações dos 200 anos da fotografia.

O cartaz utiliza um fundo cinzento-claro com uma composição gráfica marcada por tipografia preta de grande dimensão. Na parte superior surgem os logótipos do F/262 e das comemorações internacionais dos duzentos anos da fotografia.

À esquerda, em letras negras muito grandes, lê-se o título da exposição: Esquecido no passado. À direita surge o nome do autor, Martin Krystýnek.

Ao centro encontra-se uma fotografia a preto e branco. A imagem mostra um espaço exterior degradado, coberto de lama, água acumulada e resíduos espalhados pelo chão. Em primeiro plano, ligeiramente à direita do centro, encontra-se uma criança pequena descalça. Tem cabelo encaracolado e veste uma camisola escura larga. O seu rosto apresenta uma expressão séria e vulnerável, enquanto olha diretamente para a câmara.

A criança encontra-se de pé sobre terreno enlameado, rodeada por poças de água e objetos descartados. A textura da lama e da água reflete a luz, cria contrastes entre as zonas claras e escuras da fotografia.

Ao fundo, ligeiramente desfocada, surge uma segunda criança junto a construções improvisadas feitas de madeira, chapas e blocos. Estruturas inclinadas e troncos de madeira ocupam parte do lado direito da imagem, enquanto edifícios simples e desgastados delimitam o espaço ao fundo. Para além das habitações é possível distinguir árvores e vegetação, parcialmente envolvidas por uma atmosfera cinzenta e húmida.

A fotografia utiliza uma composição frontal e direta. A criança em primeiro plano torna-se o ponto central da imagem, estabelece um contacto visual imediato com quem observa. A ausência de cor reforça a força emocional da cena e evidencia os contrastes entre a figura humana e o ambiente que a rodeia.

Na parte inferior do cartaz encontram-se como informações da exposição, incluindo como dados de apresentação, de 27 de junho a 22 de setembro de 2026. É também indicada a parceria com a SEAQUAL Initiative e a curadoria de João Carlos. Ao longo da margem inferior surgem os logótipos das entidades parceiras e apoiantes.

A composição transmite uma atmosfera de fragilidade, resistência e dignidade humana. O cartaz introduz temas relacionados com memória, exclusão social, desigualdade e condições de vida, refletindo uma abordagem documental e humanista que caracteriza o trabalho fotográfico de Martin Krystýnek.