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F/262 – Galeria no Bairro

Um percurso de fotografia contemporânea pelo comércio local

 

Galeria no Bairro” nasce da parceria entre o F/262 – Festival Internacional de Fotografia, o Caldas Bairro Comercial, a Câmara Municipal das Caldas da Rainha e a Associação F/SOS – Fotografia, Solidariedade e Obras Sociais.

Inspirado no conceito de galeria aberta, o projeto leva a fotografia para fora dos espaços expositivos tradicionais e integra-a no tecido comercial da cidade.

Durante o percurso, cada estabelecimento participante acolhe uma fotografia, permitindo que clientes e visitantes descubram o trabalho do artista enquanto percorrem o comércio local.

A iniciativa pretende valorizar simultaneamente a criação artística, o comércio de proximidade e a experiência urbana, reforçando a ligação entre cultura, património e comunidade.

Sobre o projeto

“Galeria no Bairro” nasce da parceria entre o F/262 – Festival Internacional de Fotografia, o Caldas Bairro Comercial, a Câmara Municipal das Caldas da Rainha e a Associação F/SOS – Fotografia, Solidariedade e Obras Sociais.

Inspirado no conceito de galeria aberta, o projeto leva a fotografia para fora dos espaços expositivos tradicionais e integra-a no tecido comercial da cidade.

Durante o percurso, cada estabelecimento participante acolhe uma fotografia, permitindo que clientes e visitantes descubram o trabalho do artista enquanto percorrem o comércio local.

A iniciativa pretende valorizar simultaneamente a criação artística, o comércio de proximidade e a experiência urbana, reforçando a ligação entre cultura, património e comunidade.

DESCRIÇÃO DA ÁUDIO – POSTER DE EXPOSIÇÃO PT

Descrição áudio – Cartaz de exposição

Português

A imagem apresenta o cartaz da exposição Floras e Fragmentos, de Filipe Duarte Santos, integrada no F/262 – Festival Internacional de Fotografia e nas comemorações dos 200 anos da fotografia.

O cartaz utiliza um fundo cinzento-claro sobre o qual se destacam elementos gráficos e tipográficos em preto. Na parte superior surgem os logótipos do festival e das comemorações dos duzentos anos da fotografia.

À esquerda, em letras negras de grande dimensão, lê-se o título da exposição: Floras e Fragmentos. À direita surge o nome do fotógrafo, Filipe Duarte Santos.

Ao centro encontra-se uma fotografia a núcleos de um lago coberto por folhas circulares de nenúfar. Como folhas variam entre diferentes toneladas de verde, algumas apresentam manchas castanhas ou avermelhadas. Sobre a superfície escura da água florescem dois nenúfares brancos com centros amarelos luminosos. Um encontra-se na zona superior direita da imagem e o outro na parte inferior esquerda. A luz natural reflete-se suavemente sobre as folhas e a água, cria uma atmosfera tranquila e contemplativa.

Na parte inferior do cartaz encontram-se como informações da exposição, incluindo como dados de apresentação, de 27 de junho a 2 de agosto de 2026, o local, Atelier Museu António Duarte, e a indicação da curadoria de João Carlos. Na margem inferior surgem ainda os logótipos das entidades parceiras e apoiantes.

A composição transmite uma sensação de serenidade, observação e proximidade com o mundo natural, antecipando os temas explora na exposição.

DESCRIÇÃO DO ÁUDIO – ENG DO POSTER DE EXPOSIÇÃO

Descrição áudio — Floras e Fragmentos
Filipe Duarte Santos

A imagem mostra o cartaz da exposição Floras e Fragmentos Filipe Duarte Santos, apresentado no âmbito do F/262 Festival Internacional de Fotografia e das celebrações internacionais que marcam 200 anos de fotografia.

O cartaz está organizado num fundo cinzento claro com tipografia preta forte e um design gráfico limpo e contemporâneo. No topo estão os logotipos do F/262 Festival e a identidade visual oficial das celebrações do bicentenário da fotografia.

No lado esquerdo, o título da exposição, Floras e Fragmentos, aparece em grandes letras pretas a negrito que ocupam grande parte da parte superior do cartaz. À direita está o nome do autor, Filipe Duarte Santos.

No centro está uma fotografia a cores que retrata a superfície de uma lagoa vista de cima. A água escura forma o fundo, quase preto em algumas áreas, criando um forte contraste com dezenas de folhas de lírios de água flutuantes. As folhas variam em tamanho e forma, mais circular com uma pequena abertura em uma borda. As suas cores variam entre o verde-vivo e o verde-oliva, com algumas manchas de tons castanhos, amarelos e avermelhados que sugerem diferentes fases de crescimento e deterioração.

Entre as folhas florescem dois lírios de água branca. Uma está posicionada na parte superior direita da fotografia, totalmente aberta e iluminada pela luz solar. As suas pétalas delicadas irradiam-se em torno de um vívido centro amarelo. A segunda flor aparece na parte inferior esquerda da imagem, menor, mas igualmente luminosa contra a água escura.

Reflexos e sombras subtis movem-se pela superfície da lagoa, enquanto caules e plantas aquáticas emergem discretamente entre as folhas. A composição não tem horizonte visível ou paisagem circundante, concentrando-se inteiramente na interação entre a água, a vegetação, a luz e a forma.

Abaixo da fotografia, o cartaz apresenta informações da exposição. A exposição está programada a partir de 27 de junho a 2 de agosto de 2026 na Atelier Museu António Duarte. O crédito curatorial é atribuído a João Carlos, e a parte inferior inclui os logótipos dos parceiros institucionais e apoiantes do festival.

O desenho geral transmite uma sensação de quietude, observação e contemplação. Através do estudo aprofundado das plantas aquáticas e das formas naturais, o cartaz apresenta os temas da exposição relativos à biodiversidade, à consciência ecológica e ao envolvimento atento com o mundo natural.

 
 
 

Em Galeria no Bairro, apresenta uma seleção da série Humour Photos, um conjunto de imagens que revela o seu olhar atento sobre o absurdo, a ironia e os pequenos momentos que tornam o quotidiano inesperado.

Helge Skodvin (Bergen, Noruega) é um fotógrafo documental reconhecido internacionalmente pelo seu olhar subtil, irónico e profundamente humano.

Trabalha regularmente para revistas, jornais, editoras e clientes internacionais, desenvolvendo em paralelo projetos autorais de longa duração.

A sua fotografia distingue-se por uma linguagem visual muito própria, onde pequenos acontecimentos do quotidiano, paisagens e situações inesperadas são transformados em imagens carregadas de humor, estranheza e poesia.

É autor de quatro livros de fotografia, entre os quais 240 Landscapes, distinguido por Martin Parr como um dos melhores fotolivros publicados em 2015.

Ao longo da sua carreira foi nomeado para o Leica Oskar Barnack Award e para o Magnum Photography Awards, tendo igualmente recebido diversos prémios no Norwegian Picture of the Year.

 

Percurso

O percurso integra 21 estabelecimentos comerciais distribuídos pelo centro histórico das Caldas da Rainha.

Cada loja apresenta uma obra da série Humour Photos, permitindo descobrir simultaneamente a fotografia de Helge Skodvin e o comércio tradicional da cidade.

O mapa do percurso pode ser consultado abaixo.

Lojas participantes

LojaMorada
Audio ManiasAv. 1.º de Maio, n.º 6 R/C
Loja NayrRua Francisco Sá Carneiro, n.º 13
Sr. JacintoRua Dr. Miguel Bombarda, n.os 7 e 9
PacoteRua da Liberdade, n.º 30
Drogaria das CaldasRua Alexandre Herculano, n.º 90
Made 4 MeRua Dr. Miguel Bombarda, n.º 41
Oculista João MariaRua José Malhoa, n.º 17
A ManápulaRua 31 de Janeiro, 24B
Tapeçarias RamalhetePraça de Touros, n.º 20
José Ribeiro & FilhosPraça da República, n.º 26
Barbeiro António SoaresRua do Parque, n.º 6
Chocolate BlessTravessa da Cova da Onça, n.º 31
ZattyRua Alexandre Herculano, n.º 68A
Florista BegóniaPraça 25 de Abril, n.º 43
S.A. FashionRua Dr. Miguel Bombarda, n.º 20, Loja D
PC CaldasHemiciclo João Paulo II, n.º 6
Jolibel – Delícias do LarRua Sebastião de Lima, n.º 16
Trindade ArtesanatoRua de Camões, n.º 13
Mirene & FormenRua Emídio de Jesus Coelho, n.º 36
VogalAv. 1.º de Maio, n.º 8
Malaica Social ClubRua Eng. Cancela Abreu, n.º 7
Sapataria BomtomRua Heróis da Grande Guerra, n.º 119
Monteiro DecoraçãoRua Almirante Cândido dos Reis, n.os 45–51