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Exposições 2026 F/262

MOLDAR COMO MARGENS/HORES DE PARTILHA

F/262 Traz a fotografia para os museus, galerias, escolas, ruas, jardins, praias e espaços públicos através Caldas da Rainha e as comunidades circundantes. Enraizada no tema curatorial do festival, «Moldar como margens / sapatas de moldagem», as exposições exploram o território, a memória, a identidade, o ambiente e a transformação social através da fotografia contemporânea e da cultura visual.

Reunindo fotógrafos emergentes e estabelecidos de Portugal e de outros países, o programa desloca-se entre espaços interiores e exteriores, apresentando projetos documentais íntimos, instalações em grande escala, obras experimentais, intervenções públicas e práticas orientadas para a comunidade. Através do festival, a fotografia torna-se um espaço de diálogo, encontro e reflexão, ligando instituições, locais não convencionais e a comunidade em geral através de diversas perspetivas artísticas e experiências partilhadas.

Luz Permanente / Luz Permanente

200 Anos de Fotografia, 1826 — 2026

13 de junho — 20 de setembro de 2026
Casa Museu Jaime Umbelino
Centro de Experimentação da Fotografia
R. da Igreja 5, 2500 Foz do Arelho

200 anos de fotografia, Luz Permanente / permanente Light apresenta uma viagem visual através de algumas das fotografias mais influentes já criadas, desde os primeiros daguerreótipos até a definição de imagens do mundo moderno.

Desenvolvido em colaboração com a Instituto Português de Fotografia (IPF), A exposição combina trabalhos fotográficos historicamente significativos com uma extensa apresentação de tecnologia fotográfica, incluindo mais de 100 câmaras históricas e objetos fotográficos que traçam a evolução do meio ao longo de dois séculos.

A exposição inclui obras ligadas a figuras como Nicéphore Niépce, William Henry Fox Talbot, Louis Daguerre, Nadar, Roger Fenton, Julia Margaret Cameron, Eadweard Muybridge, Jacob Riis, Alfred Stieglitz, Lewis Hine, Edward Steichen, Man Ray, Ansel Adams, Dorothea Lange, Robert Capa, Gordon Parks, Yousuf Karsh, Philippe Halsman, Alberto Korda, Malcolm Browne e Neil Armstrong, entre muitas outras cujas imagens moldaram a história da fotografia e da cultura visual.

Através de retratos, fotografia documental, fotografia de guerra, imagens científicas, fotografia de rua e experimentação visual, a exposição explora como a fotografia transformou a forma como a humanidade registra a história, constrói a memória e vê o mundo.

Abertura oficial: 13 de junho de 2026.

Com curadoria de João Carlos.

Em colaboração com o Instituto Português de Fotografia.

Entrada gratuita.

CECILIE HATLØY- I AM TUVA

15 de maio — 11 de julho de 2026
Museu Hospital Caldas
“I AM TUVA” é um projeto documental de longo prazo da fotógrafa norueguesa Cecilie Hatløy em que explora a sua relação com a filha, Tuva.

Desenvolvido ao longo de vários anos, o projeto reflete sobre a maternidade, o cuidado, a vulnerabilidade, a neurodiversidade e a inclusão através de uma abordagem fotográfica profundamente íntima. Tuva vive com a Síndrome de Coffin-Siris (CSS), uma condição genética rara associada a diferenças no desenvolvimento neurológico.

Cecilie Hatløy É uma fotógrafa noruega reconhecida internacionalmente e a primeira fotógrafa na Noruega a receber o título de Master Qualified European Photographer (MQEP) da Federação de Fotógrafos Profissionais Europeus.

Abertura oficial: 27 de junho de 2026, com a presença da artista.

Parceria internacional com Lens Op de Mens (Bélgica).

Entrada gratuita.