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SUMMARY:CECILIE HATLØY — I AM TUVA
DESCRIPTION:CECILIE HATLØY- I AM TUVA\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n15 May — 11 July 2026\nMuseu do Hospital e das Caldas \n“I AM TUVA” is a long-term documentary project by Norwegian photographer Cecilie Hatløy exploring her relationship with her daughter\, Tuva. \nDeveloped over several years\, the project reflects on motherhood\, care\, vulnerability\, neurodiversity\, and inclusion through a deeply intimate photographic approach. Tuva lives with Coffin-Siris Syndrome (CSS)\, a rare genetic condition associated with neurodevelopmental differences. \nCecilie Hatløy is an internationally recognised Norwegian photographer and the first photographer in Norway to receive the title of Master Qualified European Photographer (MQEP) from the Federation of European Professional Photographers. \nOfficial opening: 27 June 2026\, with the presence of the artist. \nInternational partnership with Lens Op de Mens (Belgium). \nFree admission.
URL:https://festival262.com/fr/program/cecilie-hatloy-i-am-tuva/
LOCATION:Museu do Hospital e das Caldas\, R. Rodrigo Berquo\, Caldas da Rainha\, Leiria\, 2500-246 Caldas da Rainha\, Portugal
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SUMMARY:JAGOZES - NUNO ROCHA
DESCRIPTION:Apresentada na Avenida do Mar\, na Foz do Arelho\, esta exposição estabelece um diálogo direto com o Atlântico. As fotografias regressam simbolicamente ao ambiente que lhes deu origem\, expostas ao vento\, à luz natural e à proximidade do mar. Neste contexto\, Jagozes torna-se não apenas um documento sobre uma comunidade específica\, mas também uma reflexão mais ampla sobre o que resiste ao tempo\, a transmissão de saberes entre gerações e a permanência da cultura marítima portuguesa. \n\n\n\n\nLocal: Avenida do Mar\, Foz do ArelhoDatas: 13 de junho a 20 de setembro de 2026Fotografia: Nuno RochaCuradoria: João CarlosPrograma: Comemorações dos 200 Anos da Fotografia | F/262 Festival Internacional de Fotografia
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SUMMARY:LUZ PERMANENTE 200 YEARS OF PHOTOGRAPHY\, 1826–2026
DESCRIPTION:Marking 200 years of photography\, Luz Permanente / Permanent Light explores the evolution of the photographic image from its earliest beginnings to the defining visual moments of the modern world. \nPresented as part of the F/262 Festival Internacional de Fotografia and developed in collaboration with the Instituto Português de Fotografia (IPF)\, the exhibition combines historically significant photographs with an extensive presentation of cameras\, lenses\, photographic equipment and archival objects tracing the technological and cultural evolution of photography across two centuries. \nThe exhibition includes works connected to figures such as Nicéphore Niépce\, William Henry Fox Talbot\, Louis Daguerre\, Nadar\, Julia Margaret Cameron\, Eadweard Muybridge\, Alfred Stieglitz\, Lewis Hine\, Dorothea Lange\, Gordon Parks\, Robert Capa\, Philippe Halsman\, Yousuf Karsh\, Alberto Korda\, Malcolm Browne\, Neil Armstrong and many others whose images transformed photography into one of the defining visual languages of modern society. \nAlongside the photographs\, visitors encounter a curated selection of historic cameras and photographic technologies\, revealing how image-making evolved from early experimental processes to portable reportage cameras\, scientific imaging systems and the beginning of the digital era. \nThrough portraiture\, documentary photography\, war photography\, scientific experimentation\, social commentary and visual innovation\, Luz Permanente / Permanent Light reflects on photography not only as a tool of representation\, but as one of the most influential inventions in modern history. \nRather than presenting a complete historical archive\, the exhibition proposes a curated journey through key moments\, images\, and technologies that have shaped how humanity records memory\, understands reality\, and sees the world. \nOfficial opening: 13 June 2026. \nCurated by João Carlos. \nIn collaboration with Instituto Português de Fotografia. \nFree admission. \nCasa Museu Jaime UmbelinoCentro de Experimentação da FotografiaR. da Igreja 5\, 2500 Foz do Arelho
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SUMMARY:"Florais e Fragmentos" — Filipe Duarte dos Santos
DESCRIPTION:27 de junho a 2 de agosto de 2026Atelier Museu António DuarteCaldas da Rainha\, Portugal \nIntegrada no programa oficial do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e nas comemorações dos 200 Anos da Fotografia\, a exposição Florais  e Fragmentos\, de Filipe Duarte Santos\, propõe uma reflexão visual sobre a relação entre natureza\, observação e transformação. \nAtravés de um conjunto de imagens centradas em elementos botânicos\, paisagens e pequenos detalhes do mundo natural\, o autor convida o visitante a desacelerar o olhar e a descobrir formas de beleza frequentemente ignoradas no quotidiano. As fotografias exploram a interação entre luz\, matéria\, tempo e crescimento\, revelando a complexidade silenciosa dos ecossistemas que nos rodeiam. \nEntre a contemplação poética e a observação atenta da natureza\, Floras e Fragmentos apresenta-se como um percurso visual onde cada imagem funciona como um fragmento de um território vivo e em constante mudança. Folhas\, flores\, reflexos e texturas tornam-se pontos de partida para uma reflexão sobre biodiversidade\, equilíbrio ecológico e a importância da preservação ambiental. \nApresentada no Atelier Museu António Duarte\, a exposição integra o eixo curatorial do F/262 dedicado à relação entre território\, memória\, paisagem e sustentabilidade\, reforçando o papel da fotografia como ferramenta de observação\, conhecimento e ligação ao mundo natural.
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SUMMARY:Luís Pavão — Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa
DESCRIPTION:Integrada na programação oficial do F/262 – Festival Internacional de Fotografia e nas comemorações dos 200 Anos da Fotografia\, a exposição Pela Fresca Sombra das Árvores de Lisboa\, de Luís Pavão\, apresenta um olhar singular sobre a relação entre a cidade e a natureza\, revelando uma Lisboa onde as árvores assumem um papel central na construção da paisagem e da memória urbana. \nDesenvolvido ao longo de vários anos\, o projeto resulta da observação atenta do património arbóreo lisboeta e da sua presença nos espaços públicos da cidade. Fotografadas maioritariamente em preto e branco e recorrendo a processos fotográficos tradicionais\, as imagens conduzem o visitante por ruas\, jardins\, praças e alamedas transformados pela imponência\, escala e vitalidade das árvores que os habitam. \nMais do que elementos decorativos\, as árvores surgem como protagonistas da vida urbana\, criando espaços de encontro\, abrigo e contemplação\, enquanto contribuem para a identidade ambiental e cultural de Lisboa. Através de uma abordagem simultaneamente documental e poética\, Luís Pavão convida-nos a redescobrir uma cidade frequentemente observada\, mas raramente vista sob esta perspetiva. \nReconhecido pelo seu trabalho pioneiro na preservação e conservação do património fotográfico português\, Luís Pavão apresenta uma obra que cruza fotografia\, memória e território\, propondo uma reflexão sobre a importância da natureza na qualidade de vida das cidades contemporâneas. \nEsta exposição integra o programa curatorial do F/262 dedicado às relações entre património\, memória\, território e sustentabilidade\, celebrando o poder da fotografia para revelar novas formas de olhar o espaço que habitamos. \nINAUGURAÇÃO\n4 de julho de 2026\, às 18h00 \nLOCAL\nGaleria de Exposições do Espaço TurismoRua Provedor Frei Jorge de São Paulo 1A2500-245 Caldas da Rainha \nDATAS\n4 de julho a 31 de julho de 2026 \nHORÁRIO\nSegunda a sexta-feira09h00 às 13h00 | 14h00 às 17h00 \nEntrada livre \nExposição apresentada em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e o Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico.
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LOCATION:Galeria de Exposições do Espaço Turismo\, Rua Provedor Frei Jorge de São Paulo 1A\, Caldas da Rainha\, 2500-245\, Portugal
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